Olá, meu blog está de casa nova, você pode acessá-lo em: http://marcelocarvalheiro.com.br.
Grande abraço.
Marcelo
Olá, meu blog está de casa nova, você pode acessá-lo em: http://marcelocarvalheiro.com.br.
Grande abraço.
Marcelo
Olá, muito tempo se passou desde o último post, são tantas as tarefas que a gente vai deixando para depois, acaba esquecendo e quando se dá conta o tempo passou, mas sempre é momento de recomeçar.
Depois de mostrar os tipos primitivos em Java, vou falar um poucos sobre os tipos de variáveis, melhor dizendo, sobre os tipos de escopo dos atributos.
Em Java temos três tipos de escopo:
Atributos Estáticos
Os atributos estáticos pertencem à classe, você não precisa instanciar um objeto para poder acessar um atributo estático, basta escrever o nome da classe seguido do nome do atributo estático, separando-os por ponto. Exemplo: ContaCorrente.flagCredito.
Atributos de Instância
O atributos de instância igualmente aos atributos estáticos, são inicializados automaticamente mas apenas quando o objeto é instanciado.
Os valores padrão que esses atributos recebem são os seguintes:
Atributos Locais
Lembrem-se os atributos como qualquer outro identificador em Java, precisa começar com letra, caracter subscrito (_) ou com o símbolo $, qualquer outro caracter diferente desses irá gera um erro de compilação.
Até o próximo pessoal.
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Olá pessoal,
Continuando com as dicas para quem está começando em Java, hoje vou falar dos tipos primitivos que existem na linguagem.
O Java é uma linguagem que necessita que seus tipos de variáveis sejam declarados explicitamente. Para isso possui oitos tipos de variáveis conhecidos como tipo primitivos.
As variáveis declaradas com esses tipos não são objetos, portanto não possuem as características de um objeto (atributos e métodos). Existem 8 tipos de tipos primitivos em Java.
Eles são divididos em quatro categorias: numéricos inteiros, numéricos de ponto flutuante, lógico e caractere.
Numéricos Inteiros
Guardam valores numéricos sem a parte fracionária e números negativos são permitidos.
|
Tipo |
Bits |
Bytes |
Faixa Miníma |
Faixa Máxima |
|
byte |
8 |
1 |
-27 |
27-1 |
|
short |
16 |
2 |
-215 |
215-1 |
|
int |
32 |
4 |
-231 |
231-1 |
|
long |
64 |
8 |
-263 |
263-1 |
Numéricos de Ponto Flutuante
É o tipo primitivo que representa os números com casas decimais.
|
Tipo |
Bits |
Byte |
|
float |
32 |
4 |
|
double |
64 |
8 |
Caractere
O tipo caractere serve para representar apenas um caractere.
|
Tipo |
Bytes |
Faixa de Valores |
|
char |
2 |
0 até 65536 |
Lógico
O tipo booleano somente pode assumir os valores true (verdadeiro) ou false (falso). É utilizado em teste lógicos.
|
Tipo |
Bit |
Faixa de Valores |
|
boolean |
1 bit |
true ou false |
Com esses tipos você pode fazer a maioria das operações básicas com a linguagem.
Para criar uma variável com esses tipos você deve seguir a seguinte sintaxe:
<tipo> <identificador> = <valor>;
Exemplos:
int idade = 30; //declara e inicializa uma variável do tipo int com o valor 30;
double peso = 80.5; // declara e inicializa uma variável do tipo double com valor 80,50;
float altura = 1.72f; //idêntico ao tipo double
Vale lembrar que se você não colocar o sufixo “f” ou “F” para as variáveis do tipo float ocorrerá um erro de compilação, porque o Java irá entender que o número é um double, e se você reparar os tamanhos são diferentes. Um double suporta 64 bytes e um float apenas 32 bytes, se faz necessário então fazer explicitamente a conversão de double para float através do sufixo “f”‘ ou “F”.
Esses são os tipos primitivos em Java, lembrando que eles não são objetos, mas você pode criar objetos com esses tipos também através das classes wrappers, mas esse é assunto para outro post.
Qualquer dúvida envie um comentário.
Até mais pessoal.
Olá pessoal.
Vou começar uma série de posts com dicas para quem está iniciando em java. Pretendo abordar também alguns conceitos sobre Orientação à Objeto, já que esse paradigma hoje é o que domina o mercado.
Pois bem, neste primeiro post da série vou falar sobre os modificadores de acesso do java: public, private, protected e default e alguns outros modificadores que não se referem a acesso: final, abastract e static.
Um modificador de acesso determina como será a visibilidade de uma classe, atributo ou método a partir de outras classes ou métodos. Alguns modificadores podem ser usados para os esses três itens, porém outros podem ser específicos para as classe , por exemplo.
Modificadores de Acesso
Tabela resumo dos modificadores de acesso
| private | default | protected | public | |
| mesma classe | sim | sim | sim | sim |
| mesmo pacote | não | sim | sim | sim |
| pacotes diferentes (sendo
subclasses) |
não | não | sim * | sim |
| pacotes diferentes (não
sendo subclasses) |
não | não | não | sim |
* através da herança
Outros modificadores de acesso
Esses foram os modificadores de acesso em java, num próximo post estarei mostrando outras dicas relativas à linguagem. Seu feed-back é muito importante, não deixe de comentar suas dúvidas e opniões.
Até a próxima.
Quando eu decidi fazer esse blog foi com a intenção, de pelos menos, postar uma vez por semana. Hoje vejo como é difícil essa tarefa.
Pensando nisso, comecei a rever alguns conceitos, pois bem, planejamento, planejamento e planejamento.
Muitas vezes reclamamos da falta de tempo para realizar todas as tarefas que temos sobre nossa responsabilidade, mas o que não percebemos é que deixamos essas tarefas nos atropelarem de maneira que não conseguimos otimizar nosso tempo de maneira a realizá-las por inteiro.
Com esse cenário em mente resolvi fazer um replanejamento das minhas tarefas e deixar um tempo para o blog. Acompanho alguns blogs muito interessantes e entendo a grande importância que um blog atualizado tem na vida de um profissional, aqui temos um exemplo.
Espero conseguir postar frequentemente, tenho muito interesse em colaborar com pessoas que estão começando e aprender com elas também.
Então mão na massa e vamos em frente.
A alguns meses, eu palestrei sobre Subversion no Café com Tapioca que é um evento organizado pela comunidade Java do Ceará (CEJUG).
Foi uma introdução ao mundo do controle de versão, como funciona a integração com o Eclipse e algumas boas práticas que considero muito importantes para qualquer desenvolvedor que trabalha com essa ferramenta, mostrei também um exemplo de como se usa o SVN no mundo real.
Segue abaixo os slides utilizados na palestra e o link para o evento.
Bem-vindos a todos ao meu blog: Marcelo Carvalheiro´s Blog.
Este é o meu primeiro post, meu primeiro blog também, então o título para não poderia ser diferente: Hello World!.
Pretendo compartilhar minhas experiências com desenvolvimento de softwares fornecendo dicas, tutoriais e muitas outras coisas sobre esta profissão que considero fantástica.
Espero poder ajudar muitas pessoas, principalmente os iniciantes, assim como muitos me ajudaram quando iniciei. Vou escrever também sobre tecnologias diversas e coisas afins.
Mandem seus comentários com sugestões e críticas.