Novo endereço.

25/08/2011

Olá, meu blog está de casa nova, você pode acessá-lo em: http://marcelocarvalheiro.com.br.

Grande abraço.

Marcelo


Dicas de Java III – Tipos de Atributos

29/09/2010

Olá, muito tempo se passou desde o último post, são tantas as tarefas que a gente vai deixando para depois, acaba esquecendo  e quando se dá conta o tempo passou, mas sempre é momento de recomeçar.

Depois de mostrar os tipos primitivos em Java, vou falar um poucos sobre os tipos de variáveis, melhor dizendo, sobre os tipos de escopo dos atributos.

Em Java temos três tipos de escopo:

  • estáticos;
  • de instância;
  • locais.

Atributos Estáticos

  • são declarados dentro de uma classe, mas não dentro de um método;
  • o valor é o mesmo para todas as instâncias da classe;
  • são também chamados de variáveis globais;
  • são inicializados antes de qualquer objeto;
  • Para criar um atributo estático use a palavra reservada static. Ex.: static int numero.

Os atributos estáticos pertencem à classe, você não precisa instanciar um objeto para poder acessar um atributo estático, basta escrever o nome da classe seguido do nome do atributo estático, separando-os por ponto. Exemplo: ContaCorrente.flagCredito.

Atributos de Instância

  • são declaradas dentro de uma classe, mas não dentro de um método;
  • residem dentro do objeto.

O atributos de instância igualmente aos atributos estáticos, são inicializados automaticamente mas apenas quando o objeto é instanciado.

Os valores padrão que esses atributos recebem são os seguintes:

  • byte, short, int – 0
  • long – 0L (se você não colocar o sufixo L o número será reconhecido como  um inteiro)
  • float – 0.0F (aqui a regra para o sufixo F vale do mesmo jeito)
  • double – 0.0D (não é necessário colocar o sufixo D)
  • char – ‘\u0000′
  • boolean – false
  • objeto – ‘null’

Atributos Locais

  • são declarados dentro de um método ou bloco de código;
  • devem ser inicializados;
  • são os atributos com o menor tempo de vida, pois deixam de existir quando o método ou bloco de código termina.

Lembrem-se os atributos como qualquer outro identificador em Java, precisa começar com letra, caracter subscrito (_) ou com o símbolo $, qualquer outro caracter diferente desses irá gera um erro de compilação.

Até o próximo pessoal.


Aniversário do Cejug

09/09/2009

No dia 19 de Sembro, o Cejug (Ceará Users Group), estará comemorando o seu sétimo aniversário.

Em razão disso promoverá um dia inteiro com palestras muito interessantes, ministradas por profissionais de renome nacional e internacional.

Não perca a oportunidade, maiores informações acesse aqui.

Cejug 7 anos

Cejug 7 anos


Dicas de Java II – Tipo Primitivos

13/05/2009

Olá pessoal,

Continuando com as dicas para quem está começando em Java, hoje vou falar dos tipos primitivos que existem na linguagem.

O Java é uma linguagem que necessita que seus tipos de variáveis sejam declarados explicitamente. Para isso possui oitos tipos de variáveis conhecidos como tipo primitivos.

As variáveis declaradas com esses tipos não são objetos, portanto não possuem as características de um objeto (atributos e métodos). Existem 8 tipos de tipos primitivos em Java.

Eles são divididos em quatro categorias: numéricos inteiros, numéricos de ponto flutuante, lógico e  caractere.

Numéricos Inteiros

Guardam valores numéricos sem a parte fracionária e números negativos são permitidos.

Tipo

Bits

Bytes

Faixa Miníma

Faixa Máxima

byte

8

1

-27

27-1

short

16

2

-215

215-1

int

32

4

-231

231-1

long

64

8

-263

263-1

Numéricos de Ponto Flutuante

É o tipo primitivo que representa os números com casas decimais.

Tipo

Bits

Byte

float

32

4

double

64

8

Caractere

O tipo caractere serve para representar apenas um caractere.

Tipo

Bytes

Faixa de Valores

char

2

0 até 65536

Lógico

O tipo booleano somente pode assumir os valores true (verdadeiro) ou false (falso). É utilizado em teste lógicos.

Tipo

Bit

Faixa de Valores

boolean

1 bit

true ou false

Com esses tipos você pode fazer a maioria das operações básicas com a linguagem.

Para criar uma variável com esses tipos você deve seguir a seguinte sintaxe:

<tipo> <identificador> = <valor>;

Exemplos:

int idade = 30; //declara e inicializa uma variável do tipo int com o valor 30;

double peso = 80.5; // declara e inicializa uma variável do tipo double com valor 80,50;

float altura = 1.72f; //idêntico ao tipo double

Vale lembrar que se você não colocar o sufixo “f” ou “F” para as variáveis do tipo float ocorrerá um erro de compilação,  porque o Java irá entender que o número é um double, e se você reparar os tamanhos são diferentes. Um double suporta 64 bytes e um float apenas 32 bytes, se faz necessário então fazer explicitamente a conversão de double para float através do sufixo “f”‘ ou “F”.

Esses são os tipos primitivos em Java, lembrando que eles não são objetos, mas você pode criar objetos com esses tipos também através das classes wrappers, mas esse é assunto para outro post.

Qualquer dúvida  envie um comentário.

Até mais pessoal.


Dicas de Java I – Modificadores de Acesso

22/04/2009

Olá pessoal.

Vou começar uma série de posts com dicas para quem está iniciando em java. Pretendo abordar também alguns conceitos sobre Orientação à Objeto, já que esse paradigma hoje é o que domina o mercado.

Pois bem, neste primeiro post da série vou falar sobre os modificadores de acesso do java: public, private, protected e default e alguns outros modificadores que não se referem a acesso: final, abastract e static.

Um modificador de acesso determina como será a visibilidade de uma classe, atributo ou método a partir de outras classes ou métodos.  Alguns modificadores podem ser usados para os esses três itens, porém outros podem ser específicos para as classe , por exemplo.

Modificadores de Acesso

  • public: Uma classe declarada como pública dá as outras classes, de todos os pacotes, acesso aos seus membros que forem públicos também. Lembre-se porém que classes de diferentes pacotes precisam ser importadas para poderem ter visibilidade (assunto para um outro post).  O mesmo se aplica aos membros da classe (métodos e atributos) que se forem declarados como públicos também são visíveis em todas as classes de todos os pacotes. Por exemplo: Imagine duas classes A e B, ambas públicas, nesse cenário você consegue instanciar um objeto do tipo B na classe A e acessar os membros da classe B.
  • private: O membro da classe não pode ser acessado por nenhuma outra classe, quando é declarado private. Como não é visto pelas subclasses, não se aplica regras de overriding. Esse modificador não se aplica a classes,  somente a seus membros (métodos e atributos) .
  • protected: Quando um membro da classe é declarado assim, ele se torna acessível por classes do mesmo pacote ou através de herança. Os membros herdados não são acessíveis a outras classes fora do pacote em que foram declarados. Você só pode usar esse modificador em métodos e atributos.
  • default (padrão): A classe e/ou seus  membros são acessíveis somente por classes do mesmo pacote.

Tabela resumo dos modificadores de acesso

private default protected public
mesma classe sim sim sim sim
mesmo pacote não sim sim sim
pacotes diferentes (sendo

subclasses)

não não sim * sim
pacotes diferentes (não

sendo subclasses)

não não não sim

* através da herança

Outros modificadores de acesso

  • final: Quando é aplicado à classe não permite estende-lá, nos métodos impede que o mesmo seja sobrescrito (overriding) na subclasse, já nas variáveis impossibilita que essa seja reinicializada com outro valor.
  • abstract: Classes declaradas como abstratas provém um modo de adiar a implementação de métodos também declarados como abstratos para subclasses. Uma classe abstrata não pode ser instanciada, ou seja, não podemos chamar os seus construtores. A primeira classe não abstrata que estender a classe abstrata deverá implementar todos os métodos abstratos herdados, esse modificador não se aplica à variáveis.
  • static: Variáveis e métodos marcados como static pertencem à classe, ao invés de alguma instância dessa, esse modificador não se aplica a classes.

Esses foram os modificadores de acesso em java, num próximo post estarei mostrando outras dicas relativas à linguagem. Seu feed-back é muito importante, não deixe de comentar suas dúvidas e opniões.

Até a próxima.


Mas como é difícil…

20/03/2009

Quando eu decidi fazer esse blog foi com a intenção, de pelos menos, postar uma vez por semana. Hoje vejo como é difícil essa tarefa.
Pensando nisso, comecei a rever alguns conceitos, pois bem, planejamento, planejamento e planejamento.

Muitas vezes reclamamos da falta de tempo para realizar todas as tarefas que temos sobre nossa responsabilidade, mas o que não percebemos é que deixamos essas tarefas nos atropelarem de maneira que não conseguimos otimizar nosso tempo de maneira a realizá-las por inteiro.

Com esse cenário em mente resolvi fazer um replanejamento das minhas tarefas e deixar um tempo para o blog. Acompanho alguns blogs muito interessantes e entendo a grande importância que um blog atualizado tem na vida de um profissional, aqui temos um exemplo.

Espero conseguir postar frequentemente, tenho muito interesse em colaborar com pessoas que estão começando e aprender com elas também.

Então mão na massa e vamos em frente.


Por dentro do Subversion

26/01/2009

A alguns meses, eu palestrei sobre Subversion no Café com Tapioca que é um evento organizado pela comunidade Java do Ceará (CEJUG).

Foi uma introdução ao mundo do controle de versão, como funciona a integração com o Eclipse e algumas boas práticas que considero muito importantes para qualquer desenvolvedor que trabalha com essa ferramenta, mostrei também um exemplo de como se usa o SVN no mundo real.

Segue abaixo os slides utilizados na palestra e o link para o evento.

Café com Tapioca - 10/06/08


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